sexta-feira, 24 de novembro de 2017

11/12/2017 14h - Bancos de Dados Relacionais - Access e SQL

Professor Eduardo Bonilla - TI/ESALQ/USP
Grande Experiencia de Mercado no Setor Produtivo. Softwares corporativos.
Grande experiencia teórico-pratica com bancos de dados e software para Web.
Aula on line por canal de Youtube.





Banco de dados relacional

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Um banco de dados relacional é um banco de dados que modela os dados de uma forma que eles sejam percebidos pelo usuário como tabelas, ou mais formalmente relações.
O termo é aplicado aos próprios dados, quando organizados dessa forma, ou a um Sistema Gerenciador de Banco de Dados Relacional (SGBDR) – do inglês Relational database management system (RDBMS) – um programa de computador que implementa a abstração.




tructured Query Language, ou Linguagem de Consulta Estruturada ou SQL, é a linguagem de pesquisa declarativa padrão para banco de dados relacional (base de dados relacional). Muitas das características originais do SQL foram inspiradas na álgebra relacional.
O SQL foi desenvolvido originalmente no início dos anos 70 nos laboratórios da IBM em San Jose, dentro do projeto System R, que tinha por objetivo demonstrar a viabilidade da implementação do modelo relacional proposto por E. F. Codd. O nome original da linguagem era SEQUEL, acrônimo para "Structured English Query Language" (Linguagem de Consulta Estruturada, em Inglês)[1], vindo daí o facto de, até hoje, a sigla, em inglês, ser comumente pronunciada "síquel" ao invés de "és-kiú-él", letra a letra. No entanto, em português, a pronúncia mais corrente é letra a letra: "ésse-quê-éle".
A linguagem é um grande padrão de banco de dados. Isto decorre da sua simplicidade e facilidade de uso. Ela se diferencia de outras linguagens de consulta a banco de dados no sentido em que uma consulta SQL especifica a forma do resultado e não o caminho para chegar a ele. Ela é uma linguagem declarativa em oposição a outras linguagens procedurais. Isto reduz o ciclo de aprendizado daqueles que se iniciam na linguagem.
Embora o SQL tenha sido originalmente criado pela IBM, rapidamente surgiram vários "dialectos" desenvolvidos por outros produtores. Essa expansão levou à necessidade de ser criado e adaptado um padrão para a linguagem. Esta tarefa foi realizada pela American National Standards Institute (ANSI) em 1986 e ISO em 1987.
O SQL foi revisto em 1992 e a esta versão foi dado o nome de SQL-92. Foi revisto novamente em 1999 e 2003 para se tornar SQL:1999 (SQL3) e SQL:2003, respectivamente. O SQL:1999 usa expressões regulares de emparelhamento, queriesrecursivas e gatilhos (triggers). Também foi feita uma adição controversa de tipos não-escalados e algumas características de orientação a objeto. O SQL:2003 introduz características relacionadas ao XML, sequências padronizadas e colunas com valores de auto-generalização (inclusive colunas-identidade).
Tal como dito anteriormente, embora padronizado pela ANSI e ISO, possui muitas variações e extensões produzidos pelos diferentes fabricantes de sistemas gerenciadores de bases de dados. Tipicamente a linguagem pode ser migrada de plataforma para plataforma sem mudanças estruturais principais.
Outra aproximação é permitir para código de idioma procedural ser embutido e interagir com o banco de dados. Por exemplo, o Oraclee outros incluem Java na base de dados, enquanto o PostgreSQL permite que funções sejam escritas em Perl, Tcl, ou C, entre outras linguagens.





Dicas - Seleção p. Estágios

Aula 22/11 - Ultima:
  • Thierry Discute Seleção p. Estágios:
    • Thierry Fuger Reis Couto
    • Áudio de Gabriel comentando a apresentação do Thierry, a partir do mapa mental elaborado pelo Gabriel na sua apresentação: 
  • Seminário
  • Atenção a data de curso on line por canal de Youtube sobre Bancos de Dados Relacionais:
    • Access/MS e SQL 
    • Dia 11/12 as 14 horas




sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Aula 17/11 - Seminários e Contatos Futuros

Aula 17/11 - Seminários e Contatos Futuros

- Consultas - tutorias: Todas as quartas as 21:30h por skype
- Depois do dia 30/11, 3 plantões on line por semana ver horários no blog, mantermos as quartas
- Inteligencia coletiva:

  • Consultorias com empresas depois de 5/12
  • CENA ISO 17.025 (Peter Bode, Agencia Internacional de Energia Atômica, Fucushima e Projeto Nuclear do Iran)
  • Treinamentos internos
  • Projetos
  • Pratica Prof. 50 alunos de PG em março: Contatos com mais de 30 empresas.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Macros Analíticas do Excel Teste T de Student – A segunda ferramenta de BI (Intel. De Negócios)

Macros Analíticas do Excel
Teste T de Student – A segunda ou primeira ferramenta de BI (Intel. De Negócios) mais utilizada pelo gestor

Queremos comparar medias salariais de 3 estados brasileiros, banco de dados:
Numero
Estado
Salario
11
MS
1700
10
MS
1890
4
MS
1890
3
MS
1650
12
MS
1950
1
MS
1678
9
MS
1789
17
RJ
1870
16
RJ
2030
19
RJ
1910
18
RJ
2200
20
RJ
1890
15
RJ
1990
8
SP
1800
6
SP
2150
14
SP
2180
7
SP
2320
2
SP
1850
5
SP
1950
13
SP
2150



Ativando Macros Analíticas:

https://www.youtube.com/watch?v=nOCjtZ54v-I




Comparação SP Vs. MS
Teste-t: duas amostras presumindo variâncias diferentes












Salario MS
Salario SP



Média
1792
2057



Variância
14301
36990



Observações
7
7



Hipótese da diferença de média
0




gl
10




Stat t
-3,092469414




P(T<=t) uni-caudal
0,005697959
Margem de Erro COM Inf. Previa Confiavel



t crítico uni-caudal
1,812461123




P(T<=t) bi-caudal
0,011395918
Margem de Erro SEM Inf. Previa



t crítico bi-caudal
2,228138852





Comparação SP Vs. RJ
Teste-t: duas amostras presumindo variâncias equivalentes






RJ
SP
Média
1982
2057
Variância
15217
36990
Observações
6
7
Variância agrupada
27093,29004

Hipótese da diferença de média
0

gl
11

Stat t
-0,824198971

P(T<=t) uni-caudal
0,213668226

t crítico uni-caudal
1,795884819

P(T<=t) bi-caudal
0,427336452

t crítico bi-caudal
2,20098516










sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Jaguacy


Podcast

1. Influência da ISO na recuperação econômica (é o momento ideal para certificação)?
2. Para o Brasil, importante importador de diversos insumos e equipamentos, a criação de um padrão de qualidade seria viável ou interessante?
3. De que formas a gestão pela qualidade total poderia auxiliar na extinção do gargalo logístico nacional? (Filas em portos e alfândega)
4. Uma das principais consequências das certificações internacionais da qualidade é a padronização da produção. Isto impacta também na formação da mão-de-obra. Como a necessidade de adaptar a mão-de-obra a um molde pré-definido impacta no desenvolvimento de novas tecnologias?
5. Como as padronizações de qualidade impactam na recente onda de empreendedorismo observada no país? (Elas criam gargalos? Representam oportunidades?)
6. Sabendo que o Brasil é o maior exportador agropecuário do mundo, a fazenda do mundo, na sua opinião, qual a importância e o impacto das certificações internacionais pela qualidade no comércio internacional brasileiro?
7. Alguns países sabendo de todo o potencial exportador do Brasil criam barreiras não tarifárias justamente para fortalecer suas economias e, de certa forma, protege-las. Dito isso, qual seria uma alternativa para driblarmos toda essa resistência?
8. Indo na onda da última pergunta, é mais vantajoso investir e quebrar as barreiras não tarifárias de certos mercados ou investir em outro mercado não tão forte como o europeu, por exemplo?
9. Na sua opinião, qual seria uma possível tendência para os próximos anos no que diz respeito a regulamentação e certificação e como elas afetariam em todo o comércio internacional? O sr acredita que as barreiras não tarifárias tendem a cada vez mais se tornarem uma pedra no sapato do Brasil?
10. Mudando um pouco de assunto agora, indo da economia para a educação. O sr é um cara que sempre busca aprender tudo que há de novo, até pelas matérias que leciona, aceita críticas, beneficia quem as faz, fugindo totalmente o padrão de professores, que é maioria esmagadora nas escolas e universidades. Dito isso, a que fator o sr atribuiria para a toda essa comodidade que assola os professores brasileiros?
11. Quando pensamos em executivos, sempre nos vem à mente aquele indivíduo de terno e gravata, que executa reuniões presenciais e gere as grandes empresas pessoalmente, o sr acredita o executivo do futuro terá outras características?
12. Em um mundo cada vez mais globalizado onde a presença de multinacionais é cada vez maior, o domínio do idioma inglês é essencial. Com esse pensamento podemos considerar o estudo de outro idioma como por exemplo o chinês, que é o idioma oficial de uma das locomotivas econômicas atuais, outra opção seria o espanhol, pelo grande número de países que falam esse idioma, ou até mesmo o alemão, devido ao grande número de multinacionais oriundas de países germânicos. Na opinião do sr qual outro idioma mais agrega ao currículo?
13. Como dito anteriormente o agronegócio é a locomotiva econômica nacional, qual modelo de produção (toyotismo por exemplo) o sr acredita ser mais eficiente para a produção de commodities?
14. Por fim o sr acredita que com a realização de benchmarks competitivos as indústrias nacionais teriam como competir com o mercado externo? Se sim, em curto, médio ou longo prazo? Se não, quais outras medidas poderiam ser realizadas visando dar mais competitividade para a indústria nacional

Projeto TCC Administração

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